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quarta-feira, setembro 28, 2011

Mano usa euforia paraense para lançar jovens e colocar Brasil no ataque.

O clima de empolgação com a passagem da Seleção Brasileira por Belém fez o técnico Mano Menezes abandonar a cautela para o jogo contra a Argentina, nesta quarta-feira, às 21h50 (de Brasília), no Estádio do Mangueirão, pelo Superclássico das Américas. O treinador disse que o ambiente favorável o deixou confortável para abrir o time e escalar jogadores menos experientes. "É algo que aumenta a nossa confiança, mas precisamos retribuir o que está vindo da arquibancada. Minhas decisões em relação aos jovens acompanham esse sentimento de arquibancada, um ambiente mais confortável para que eles não sintam a falta de experiência. Queremos que seja algo forte, mas temos uma parte importante para fazer este casamento", disse. Mano escalou o estreante Bruno Cortês no lugar do veterano lateral esquerdo Kleber, promoveu a entrada de Rômulo no meio-de-campo e observará Borges como camisa nove mesmo com experiente Fred no grupo. Se no 0 a 0 em Córdoba preferiu Renato Abreu para fechar o meio-campo, em Belém escalou Lucas para atuar no ataque. "Às vezes protegemos mais como fizemos em Córdoba, mas temos aqui uma presença muito grande de jogadores Sub-23 que fazem parte desta convocação. Não precisa expor desnecessariamente os jogadores. Essa é a grande vantagem de não jogarmos as Eliminatórias, mas entendo que estamos fazendo isso de forma equilibrada e todos entenderam", disse. Para escalar Lucas, Mano mexeu em grande parte da estrutura do time. Recuou Ronaldinho para o meio-campo, inverteu Neymar de lado (da direita para esquerda) e optou pela entrada de um volante com características mais defensivas, Rômulo, em vez de Casemiro. Assim, espera um time mais agressivo e ao gosto da torcida. "Agora temos que retribuir com um futebol melhor". Euforia por Neymar O atacante Neymar é de longe o jogador mais assediado da Seleção. É alvo de gritos, histeria e plantão de torcedoras no Hotel Crowne Plaza. Mano acredita que a empolgação está relacionada à eventualidade de uma cidade localizada longe do centro do futebol do País receber uma partida com astros. Por isso, o treinador espera mais festa que cobranças no Estádio do Mangueirão. "Isso ocorre pela chance de estar próximo dos ídolos que os torcedores paraenses não têm tanta oportunidade de ver. Em outros lugares isso se torna mais comum. Daí começam a enxergar defeito", disse o treinador, marcando as diferenças da relação da torcida em estados como São Paulo e Rio de Janeiro e em outros localizados ao norte do País. 

Fonte: Terra

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